Principais destinos em Marrocos

Principais destinos em Marrocos

Agadir: é um dos destinos turísticos mais procurados de Marrocos. Uma das suas principais atracões é o Parque Nacional de Souss-Massa que abriga uma população de íbis-eremitas, espécie de ave em extinção.

Agadir, também conhecida pelas suas praias, com areais que se estendem por dez quilômetros, tem um clima ameno, com sol durante quase todo o ano.

Agadir

Marrakech: tem uma parte antiga (ou almedina), correspondente à cidade primitiva, cercada de muralhas, fortificada, com ruas pejadas de lojas e vendedores de rua, rodeada por bairros modernos, nomeadamente Gueliz, o mais elegante deles, situado junto ao centro.
A Medina de Marrakech está classificada como Patrimônio Mundial desde 1985. A cidade é atualmente um importante centro econômico e um destino turístico de fama mundial. Marrakech tem também o maior maior soco (suq, mercado tradicional) berbere, com os 18 zocos especializados que se concentram na Medina, onde se vendem e por vezes também se fabricam os mais variados produtos, que vão desde os tapetes tradicionais berberes até à eletrônica de consumo moderna. O artesanato ocupa uma parte significativa da população, e a sua produção destina-se principalmente aos turistas.

Marrakech

Rabat: Atual capital de Marrocos, os principais pontos turísticos são a Torre Hassan, o Palácio Real, a Mesquita Real, o Chellah, o Portão de Oudaïa, a Kasbah des Oudaïas, o Mausoléu de Mohamed V e a Medina.
Uma das partes mais memoráveis de Chellah é o seu portão, com 800 anos, de arquitetura merenida.

Rabat

Fes: É a terceira maior cidade de Marrocos, a seguir a Casablanca e Rabat. Fica num vale aos pés da Cordilheira do Atlas. Fez foi uma das mais importantes cidades do mundo, situada nas rotas de caravanas que ligavam impérios saarianos como o de Timbuktu com com o Atlântico e o Mediterrâneo.
É, provavelmente, a mais fantástica e antiga cidade imperial (Fez, MarrakechMeknés e Rabat são conhecidas como cidades imperiais, por terem sido todas, em alguma parte da história do país, a sua capital). Atualmente é um importante centro cultural e espiritual, e a terceira cidade santa do islão.

Fes

Meknes: É uma das maiores cidades do país e uma das mais importantes historicamente, sendo uma das chamadas “cidades imperiais”, juntamente com Fez, Marrakech e Rabat, por ter sido a capital durante o reinado do proeminente sultão alauita Moulay Ismail, entre 1672 e 1727. O centro histórico de Meknès está classificado como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO desde 1996.
A cidade está rodeada por uma cintura tripla de muralhas que abriga o palácio do sultão e uma cidadela do Califado Almóada. Ao norte, encontram-se as ruínas romanas de Volubilis e a cidade santa de MoulayIdriss, fundada em 788.

Meknes

Ifrane: significa “grutas” em berbere (ifri no singular). A cidade situa-se nas montanhas do Médio Atlas, a 1 700 metros de altitude, a 70 km a sul de Fez, 65 km a sudeste de Meknès e 200 km a leste de Rabat. Nos arredores da cidade há três áreas naturais protegidas: o Parque Nacional de Ifrane, a noroeste, a Floresta de Cedros a sul e a Reserva de Caça de Ifran a nordeste.
Foi fundada pelos franceses durante o protetorado como estância alpina, a cidade tem um aspecto notavelmente europeu, lembrando uma aldeia dos Alpes, o que está na origem do epíteto de “Pequena Suíça”. Devido à grande altitude, a neve é abundante no inverno e tem um clima fresco no verão. Em Ifrane foi registada a mais baixa temperatura da África: -23°C em 1935.
Chefchaouen: conta com um importante patrimônio religioso. Existem mais de 20 mesquitas e oratórios, 11 zaouïas e 17 mausoléus. Isto valeu-lhe o cognome de El-Madina EsSaliha (Cidade Santa). A Grande Mesquita, El-Masjid El-Aadam, foi construída em 1471 pelo fundador da cidade, Mulei Ali Ibn Rachid, a qual além de ser um local de culto, foi também um centro de ensino de ciências humanas e islâmicas.
Uma das mesquitas é dedicada ao santo padroeiro da região de Jebala e da tribo Djebali e um dos “quatro pilares do Islão”, o sufista Abdeslam Ben Mchich Alami (1140-1227), cujo túmulo se encontra à saída de Xexuão, na estrada antiga para Larache.
A parte mais antiga da cidade estende-se desde um pequeno vale elevado encosta acima até às fontes de Ras al-Ma. O centro urbano é a Praça Uta alHammam, na qual se encontra a alcáçova (casbá) e uma mesquita com o único minarete de base octogonal de todo o Islão. Outro lugar emblemático de Xexuão é a Mesquita dos Andaluzes.

Chefchaouen

Casablanca: significa Casa Branca, é a maior cidade de Marrocos, situada na costa atlântica do país, e uma das maiores do Norte da África. É o maior porto e o maior centro industrial e comercial de Marrocos.
A cidade possui uma praça principal, da qual irradiam diversas avenidas. Na generalidade, os edifícios constituem uma versão francesa da arquitetura árabe-andaluza, brancos com linhas simples, sendo de especial interesse a área da Praça das Nações Unidas, onde se localizam as maiores infra-estruturas.
Foi completamente destruída pelo terramoto de 1755. Nessa época instalaram-se na cidade muitos mercadores espanhóis passando Casa Branca a ser conhecida como Casablanca. Foi ocupada em 1907 pelos franceses que promoveram o seu desenvolvimento.

Casablanca

Essaouira: antigamente chamada Mogador, é uma cidade da costa sudoeste de Marrocos, capital da província homônima, que faz parte da região MarrakechTensiftAl Haouz.
A cidade é considerada por muitos a estância de praia mais agradável de Marrocos, pelos seus extensos areais, dunas e pelo centro histórico, classificado pela UNESCO como Patrimônio Mundial em 2009, uma mistura de cidade do século XVIII com um povoado medieval, cercado de muralhas que por sua vez estão rodeadas de canteiros de flores e pelo Oceano Atlântico. É conhecida pelos amantes do windsurf pelos seus ventos, o que está na origem da epíteto turístico “Wind CityAfrika“.
Situa-se 124 km a sudoeste de Safim, 350 km a sudoeste de Casablanca, 175 km a norte de Agadir e 180 km a oeste de Marrakech.

Essaouira

Azilah: é uma cidade do noroeste de Marrocos, que faz parte da prefeitura de Tânger-Azilah e da região de Tânger-Tetuão.
Situa-se a cerca de 40 km a sul por estrada de Tânger, numa planície junto na costa atlântica. É uma estância balnearia popular principalmente para marroquinos, que também atrai muitos turistas devido ao seu urbanismo tradicional, aos eventos culturais de verão, nomeadamente um festival de música e outro de pinturas murais e arte ao ar livre.

Azilah

 
Ouarzazate: situa-se nos contrafortes sul do Alto Atlas, na confluência dos vales dos  rios. Ouarzazate e Dades, que formam o Vale do Draa a jusante da cidade. É o centro nevrálgico de uma vasta região do sul marroquino, de transição entre as montanhas do Atlas e o deserto do Saara.
Um dos grandes atrativos turísticos da cidade e da região envolvente, são os inúmeros Kasbah construídos em forma de taipa, as montanhas e as planícies áridas, os vales e oásis verdejantes, os palmeirais e as aldeias de barro vermelho ou ocre. O símbolo da cidade é o Kasbah de Taurirt, o antigo palácio-fortaleza do paxá El Glaoui, construído em meados do século XVIII.
Ouarzazate é um dos locais de Marrocos mais usados como cenário por realizadores de cinema de todo o mundo. Além das paisagens, outro dos grandes atrativos da área é a qualidade da luz, com um sol brilhante pelos menos durante 300 dias por ano. Nos anos 1960, Ouarzazate começou a ser um lugar de rodagem de filmes históricos, entre os quais o célebre Lawrence da Arábia, filmado em AïtBenHaddou, uma pequena aldeia classificada como Patrimônio Mundial em 1987.

Ouarzazate

Rissani: É uma das mais belas aldeias em Marrocos tem uma história única e possui o melhor mercado tradicional no país.
Rissani é uma das personalidade mais animada dos povos do deserto. Sua origem remota no tempo e presente em suas tradições, fala de caravanas de comerciantes e histórias nômades.
Rissani que no seu auge foi a capital comercial do país durante o século XIV e desde então a tradição é mantida viva e presente. Nesta população nasceu a atual dinastia Alaoui e hoje tem um dos mercados mais importantes do país.
É por isso que Rissani é conhecida por seu mercado que abre para o publico três dias por semana, às terças, quintas e domingos.

Rissani

Merzouga: é uma pequena aldeia Berbere no deserto do Saara em Marrocos localizada a cerca de 35 km de Rissani, 40 km de Erfoud, e, a cerca de 20 km de distância da fronteira com a Argélia.
A aldeia de Merzouga é conhecida por se situar junto ao Erg Chebbi, o maior conjunto de dunas de Marrocos, ponto de interesse turístico pelas várias actividades no ramo: excursões em camelos, circuitos 4×4, bivouacs e acampamentos nas dunas, banhos de areia terapêuticos, viagens em moto 4.
A aldeia divide-se em 3 partes: zona das dunas, centro da aldeia, e parte nova, para norte do rio e antes de se chegar à grande porta da aldeia.
A estrada para Merzouga é de alcatrão desde Rissani, sendo a estrada excelente e de fácil acesso para todo o tipo de viaturas.
À volta das dunas existem ainda outras aldeias menos conhecidas como Hassilabied a 4km, Tanamoust a 3km, Takoujt a 1.5km, Khamlia a 7km e Tisserdmine a 15km.

Merzouga

Saïdia: alcunhada de “Pérola Azul”, é uma cidade costeira e estância balnearia do extremo nordeste de Marrocos.
Situa-se na região da planície de Trifa, a leste de Nador, que se estende por 40 km ao longo da margem do Mar Mediterrâneo até à fronteira com a Argélia. A planície de Trifa faz parte dos territórios tradicionalmente pertencentes à tribo berbere rifenha dos Ikebdanane.
Saïdia é um destino de lazer muito popular para os habitantes da região oriental de Marrocos, graças à sua posição estratégica, próxima das principais cidades do nordeste, a 20 km de Ahfir, 26 km de Berkane, 83 km de Nador, 58 km de Oujda, 100 km de Melilla e 200 km de Al Hoceima (distâncias por estrada). A praia de 14 km de comprimento, com areia fina e dourada, é uma das mais extensas de Marrocos.

Saidia

Zagora: é uma cidade e capital da província homônima, situada na região de Souss-Massa-Draâ, no sul de Marrocos.
A cidade nova foi fundada no período do protetorado francês e era um centro administrativo. No entanto, o oásis onde se situa já era habitada há muito e foi dali que partiu a expedição dos Saadianos a Tombuctu em 1591. Uma tabuleta famosa à entrada da cidade indica que aquela cidade do Mali, no outro lado do deserto do Saara, fica a 52 dias de viagem, mas as tropas saadianas do século XVI demoraram 135 dias.
A cidade é dominada pelo djebel (monte) Zagora e possui um vasto palmeiral. Nas vizinhanças há uma série de antigos e pitorescos Kasbah (alcáceres ou aldeias fortificadas). Todos os domingos e quartas-feiras é realizado um grande mercado na cidade.
O clima é desértico, com temperaturas médias máximas de 40-42°C nos meses mais quentes e temperaturas médias mínimas de 2°C nos meses mais frios.

Zagora

 
Télouet: é uma comunidade rural (município) e vila na província de Ouarzazate, região de Souss-Massa-Drâa. Situa-se num vale elevado nas montanhas do Alto Atlas, a
1870 m de altitude, a cerca de 16 km do passo da montanha de Tichka (Tizi n’Tichka), por onde passa, hoje como antigamente, a estrada que liga Marrakech a Ouarzazate.
A localidade é conhecida por ser a capital histórica da tribo berbere dos glaoua. Durante séculos prosperou devido à cobrança de direitos de passagem de caravanas que ligavam as regiões subsaarianas às costas do Mediterrâneo, um privilégio que só acabou nos anos 1920 quando a Legião Estrangeira construiu a estrada do Tizi n’TichkaTélouet foi também a capital do caudilho glaoua Thami El Glaoui, nomeado “paxá de Marrakech” pela administração do Protetorado Francês em Marrocos em 1918 e posteriormente o líder da contestação ao sultão alauita Mohammed V de Marrocos.
Uma das atrações turísticas da aldeia é o Kasbah (palácio) de El Glaoui (Kasbah de Telouet), que apesar de atualmente se encontrar quase completamente arruinado, ainda é considerado um dos mais belos palácios da região.

Telouet